Arquivo anual 2018

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Relatório da MP aprovado permite que fundações de apoio sejam gestoras de fundos patrimoniais

Relatório aprovado para MP nº 851 incluiu ainda os incentivos fiscais e excluiu o capítulo 3 da medida, atendendo às recomendações do sistema de ciência, tecnologia e inovação 

Em um acordo de última hora, o relatório da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), relatora da Medida Provisória (MP) nº 851/2018, foi aprovado na tarde da última terça-feira (27), na Comissão Mista que analisa o tema.  O relatório acatou o pleito das fundações de apoio à pesquisa e inovação que, pela nova legislação, terão a prerrogativa de ser gestoras e executoras dos recursos dos futuros fundos patrimoniais, previstos na MP – encaminhada, em setembro, pelo Palácio do Planalto ao Congresso Nacional.

Presidente do Confies (Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica), o engenheiro Fernando Peregrino considerou positivo o relatório final da deputada, que foi aperfeiçoado em menos de três horas da votação do texto na Comissão Mista, nesta terça-feira.

“Foi um trabalho de perseverança, de persuasão e de união”, disse Peregrino, representante de 94 fundações de apoio às pesquisas presentes em 133 universidades públicas e que movimentam R$ 5 bilhões ao ano.

Além das fundações, o relatório incluiu os incentivos fiscais para estimular a doação de recursos públicos e privados à ciência e tecnologia aos fundos, os chamados endowments. “Foi uma luta de longo curso, mas que, nas últimas horas, conseguimos um acordo e a melhor redação possível”, pontuou Peregrino, que, nesta terça-feira, 27, participou de reunião com todas as partes interessadas na MP, no gabinete do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), por mais de duas horas.

Relatoria

A deputada Bruna Furlan classificou a aprovação de seu relatório a um grande passo. “Conseguimos contemplar toda a demanda da academia. Nós colocamos os incentivos fiscais para não desfigurar todo o projeto, o fundo. Também conseguimos atender as fundações de maneira ampla. Suprimimos o capítulo terceiro (que transferia a fonte de recursos do Tesouro para o setor privado), porque entendemos que ele é objeto de debate de outra Medida Provisória e que poderia contaminar esse debate que promovemos”, acrescentou.

Segundo a deputada, a conquista obtida em seu relatório é fruto de um significativo acordo. “Construímos um amplo acordo entre a oposição, a base, a academia e as entidades. Esse nosso trabalho foi objeto de muita conversa. Nós ouvimos todas as pessoas que tinham a contribuir. Foram ouvidas 29 pessoas em três audiências públicas. Recebemos 114 emendas. O relatório tem a minha assinatura, mas ele foi feito com várias mãos”, declara.

Tramitação  

A deputada está otimista e acredita que o relatório será aprovado ainda este ano na Câmara e no Senado. “Estou muito feliz. Já temos o acordo de vários partidos que não são da base, para que não haja obstrução no plenário. Temos acordo com o PDT, PCdoB, mas ainda falta o PSOL. Não acredito que haja obstrução”, disse a deputada que recebeu uma homenagem do Confies depois da aprovação de seu relatório. Ela acredita que a lei será sancionada ainda no governo do Presidente Michel Temer.

Integrantes da Comissão Mista da MP

Com o relatório aprovado do jeito que está, o deputado Paulo Teixeira acredita que os fundos patrimoniais tendem alavancar recursos consideráveis para CT&I. “Esse modelo vai ajudar a ciência, a inovação, a pesquisa, museus e o ensino técnico. Daqui a 20 anos vamos lembrar este momento como um marco”, disse ele defendendo a atuação estratégica das fundações de apoio na pesquisa.

Com posicionamento semelhante, o deputado Celso Pansera (PT-RJ) disse que o relatório, aprovado nesta terça-feira, 27, será mais um legado para ciência, tecnologia e inovação.

Por sua vez, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), acredita que essa futura legislação trará  novo alento ao Brasil.

Já o deputado Sibá Machado, que também recebeu uma homenagem do Confies, em seu gabinete pela sua luta à favor da Ciência, Tecnologia e Inovação, enalteceu o consenso no âmbito da MP nas últimas horas.  “O consenso tem prevalecido e acho que ainda existe, no Congresso Nacional, os patriotas que apostam no conhecimento brasileiro e que, por essa razão, fecharam o acordo para  salvar boa parte do financiamento que estávamos com medo de perder.”

Fonte: Assessoria de Imprensa do Confies

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A importância das Fundações de Apoio para a ciência e tecnologia

Diante da crise orçamentária das universidades públicas, as  fundações de apoio são elos estratégicos para alavancar recursos, públicos e privados, para a ciência, tecnologia e inovação do País. A afirmação é engenheiro Fernando Peregrino, que participa do 1º Congresso do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies), do qual é presidente.

Realizado na sede da Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos), na Universidade de Brasília (UNB), o evento, iniciado nesta quarta-feira, 21, termina na sexta-feira, 23, e conta com a participação das Fundações de Minas Gerais.

“Hoje as fundações de apoio  movimentam R$ 5 bilhões ao ano, o que representa 50% a 70% de todos os recursos que as universidades federais recebem todo ano”, defende Peregrino, diretor-presidente da Copptec, fundação de apoio da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Além de atrair recursos adicionais para as universidades e institutos de pesquisas, as fundações de apoio, presentes em 133 universidades, dão conta de gerir hoje cerca de 20 mil projetos ao ano, com movimentação de R$ 5 bilhões. “Esse é o caminho, as universidades não têm condições de fazer isso, por conta excessiva burocracia da máquina pública”, explica Peregrino.

Nesse contexto, Peregrino defende a inclusão das fundações de apoio como gestoras e executoras dos fundos patrimoniais – previstos na Medida Provisória (MP) nº 851, da Presidência da República, em tramitação no Congresso Nacional.  Hoje existem 94 fundações de apoio presentes em 133 universidades públicas, número que pode crescer com a alavancagem de recursos para irrigar a área de ciência e tecnologia.

“Tudo isso depende do dinamismo do sistema de ciência e tecnologia que precisa estar irrigado com recursos”, declara.

Atuação das fundações

As fundações de apoio, criados pela Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, têm por objetivo colaborar na elaboração e execução de projetos de pesquisa, ensino e extensão universitária e no desenvolvimento institucional, cientifico e tecnológico. Hoje esses órgãos respondem por 74% de todas as importações de materiais para pesquisas científicas do Brasil.

A maioria dessas fundações reside (48%) na região Sudeste. Em seguida no Nordeste (18%) e Sul (17%). O Centro-Oeste detém 10% do total das fundações, e, por último, o Norte, com 7%.

Burocracia  

A burocracia é um dos principais temas do 1º Congresso Nacional do Confies.  Considerado um gargalo do sistema de ciência, tecnologia e inovação do País, a burocracia incide principalmente sobre as operações administrativas das universidades.

“Por que as instituições precisam de mais gente, de mais advogados  e gastar mais tempo com a simples prestação de conta de um projeto. As idas e vindas dessas operações aumentam em mais de 50% dos custos para as fundações”, calcula.

Dessa forma, avalia Peregrino, a burocracia brasileira desobedece ao artigo 14º do Decreto-lei nº 200, sobre a racionalização de simplificação do trabalho administrativo em que o controle não pode ser mais custoso do que o benefício.

Indicadores sugeridos

Em um dos tópicos do 1º Congresso Nacional do Confies, especialistas vão propor novos indicadores para que sejam fiscalizados pelo TCU e CGU, na tentativa de reduzir a burocracia na atividade de pesquisa.

“É preciso considerar a quantidade de convênios que as instituições assinam, a quantidade de projetos que as fundações administram, a quantidade de recursos que elas captam, a origem desses recursos (públicos, privados, municipais, estaduais e federais ou internacionais). Enfim, a missão das fundações é captar e gerir a pesquisa. Por isso, é preciso que esses indicadores também sejam medidos”, recomenda.

Fonte: confies.org.br com edição

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1º Congresso das Fundações de Apoio acontece de 21 a 23 em Brasília

A Capital Federal receberá, de 21 a 23 de novembro de 2018, na sede da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos – Finatec, na UnB, a 1ª Edição do Congresso Nacional da Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica.

O encontro pretende reunir um público de cerca de 300 participantes de mais de 100 fundações de todo o Brasil, bem como órgãos governamentais e de controle, possibilitando a discussão e a troca de informações. Além disso,
deputados e senadores e 10 instituições de peso vão discutir o futuro da ciência e tecnologia no país: CGU, ANDIFES, MEC, MCTIC, SBPC, MPs, AGU, FINEP, ANP, CNPq.

As FAs de Minas Gerais estarão representadas no 1º Confies e as inscrições podem ser realizadas clicando aqui

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Gestão e Inovação marcam XI Faipes – relembre

Em sua décima primeira edição, tendo como tema principal “Gestão e Inovação”, o Encontro Anual de Dirigentes de Fundações de Apoio às Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais (FAIPES) despertou o interesse dos participantes, emocionou e compartilhou temas como proatividade, planejamento, velocidade, inovação, transparência e criatividade.

O Faipes aconteceu nesta segunda e terça-feira (21 e 22 de maio), em juiz de Fora, sob organização da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fadepe). Entre palestras e oficinas, foram treze fundações mineiras que participaram do evento, além da contribuição da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O propósito do Encontro é promover a ampliação do conhecimento técnico e prático, indispensável ao desenvolvimento institucional das fundações de apoio. Trata-se de uma oportunidade também de promover a confraternização entre os interessados e propiciar maior discernimento e experiência no que tange ao contexto das Fundações.

Professor José Humberto, diretor da Fadepe, durante palestra magna no XI Faipes.

De acordo com o diretor da Fadepe, prof. José Humberto, todos têm a crescer a partir de um evento em que as Fundações trazem suas experiências, ideias, interesses e inquietações para uma discussão e reflexão.

“Todas as fundações têm que buscar sua profissionalização e as grandes devem servir como espelho, inspiração e benchmarking. Todos temos que ter essa humildade de procurar aprender com as talentosas e desenvolvidas. Ao mesmo tempo, de formar redes e parcerias para que cresçamos juntos e tenhamos possibilidades de visibilidade, capilaridade e nação, enquanto tríade fundação, pesquisador e geração de conhecimento”, destaca o diretor.

Professor Alfredo Gontijo, presidente da Fundep, durante palestra magna no XI Faipes.

Já para o professor Alfredo Gontijo, presidente da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), o Faipes é o local onde, neste grande cenário de oportunidades, temos a chance de trocar experiência ao nível regional e depois levar para nível nacional.

“Trocando e disseminando essas experiências vamos nos capacitarmos cada vez mais como uma rede de Fundações de apoio, para que as instituições de ciência e tecnologia e universidades possam cumprir o seu papel e, assim, possamos contribuir com a sociedade. Historicamente as fundações estão próximas de meio século, mas viveram um paraíso e depois tiveram alguns equívocos que engessaram e pararam de evoluir. Ou pelo menos não evoluíram na velocidade do mundo. Recentemente, entendo que as fundações estão evoluindo de forma invejável e me sinto otimista em dizer que elas vão ajudar o país a acelerar e se colocar no cenário internacional que é necessário”, destaca o professor Alfredo.

Dessa forma, o XI Faipes reuniu representantes de fundações mineiras e auxiliou nas conexões em prol do desenvolvimento das instituições, da pesquisa e da sociedade. Cada um, seja qual for sua participação, é importante para fazer com que a ciência aconteça.

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Já sabe onde se hospedar? confira os hotéis mais próximos do evento

Gran Victory Hotel

O Hotel Gran Victory, espaço onde acontecerá o XI Faipes, está oferecendo os seguintes descontos, para participantes do evento, nos dias 21 e 22 de maio:

Superior SGL – R$ 160,00 + 15%
Superior DBL – R$ 185,00 + 15%
Superior TPL – R$ 225,00 + 15%
Superior QDP – R$ 275,00 + 15%
 
O interessado deverá informar que é participante do Faipes.
Tarifas incluem: café da manhã, desde que servido no restaurante, e internet gratuita;
Check in a partir das 14:00h e check out até às 12:00h;
Política de cancelamento: em até 48h antes do check in;
Reservas deverão ser efetuadas diretamente através da central de reservas no telefone: (32) 3025-7505 ou centraldereservas@victoryhoteis.com.

Endereço: Avenida Presidente Itamar Franco, 3800 – Cascatinha
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3025-7500
E-mail: centraldereservas@victoryhoteis.com

 

 

Constantino Hotel & Eventos

Endereço:  Rua Santo Antônio, 765 – Centro
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3229-9800
E-mail: reservas@constantinohotel.com

Ritz Plaza Hotel

Endereço: Avenida Rio Branco, 2000 – Centro – Localizado na principal avenida da cidade.
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3249-7300
e-mail: reservas@ritzplazahotel.com.br

 

Hotel Green Hill

Endereço:  Avenida Deusdedith Salgado, 5201 – Salvaterra
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3236-4000
E-mail: reservas@hotelgreenhill.com.br

Ibis Hotel

Endereço: Avenida Deusdedith Salgado, 2059 – Teixeiras
Horário de Funcionamento: 24h
Telefones: (32)3313-4800

Premier Parc Hotel

Endereço: Avenida Deusdedith Salgado, 1805 –  Teixeiras
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3250-1700
E-mail: reservas@premierparchotel.com.br

Victory Business Hotel

Endereço: Avenida Presidente Itamar Franco, 1850 – São Mateus
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3249-1850 | (32)3249-1851
E-mail: reservas@victoryhoteis.com

Victory Suítes

Endereço: Chanceler Oswaldo Aranha, 28 – São Mateus
Horário de Funcionamento: Tempo integral
Telefones: (32)3257-6904 | (32)3257-6900
E-mail: reservas@victorysuites.com.br

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XI FAIPES acontece nos dias 21 e 22 de maio, em Juiz de Fora

Nos dias 21 e 22 de maio acontecerá o Fórum Faipes que reúne, anualmente, dirigentes e integrantes das Fundações de Apoio de todo o Estado de Minas Gerais para refletirem e discutirem sobre temas de interesse para a atuação e o desenvolvimento das instituições. Em sua décima primeira edição, sob a organização da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fadepe), o Faipes terá como tema principal “GESTÃO E INOVAÇÃO”.

Para ampliar o conhecimento técnico e prático das Fundações, a programação do XI Faipes conta com palestras e oficinas de assuntos desde o âmbito jurídico, institucional e interação com as comunidades acadêmicas e científicas.

Confira a programação!

O evento contará com palestrantes e convidados de diversas áreas de conhecimento, o que acrescenta mais pluralidade de conteúdo em prol da evolução das instituições. O objetivo principal é, através das atividades do Faipes, ampliar conhecimento técnico e prático para o desenvolvimento das  fundações de apoio.

As inscrições acontecerão entre os dias 10 de abril e 15 de maio.

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Conheça Juiz de Fora

Juiz de Fora é um município da Zona da Mata Mineira e possui localização privilegiada, uma vez que está situado entre as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, o que beneficia, entre outros, o mercado de negócios e eventos.

Com grande atividade econômica e amplo espaço para investimentos e desenvolvimento de negócios, em diversos segmentos, a cidade é a segunda maior produtora de cerveja artesanal de Minas Gerais. Fábricas e desenvolvedores caseiros da bebida, além de consumidores fiéis, são responsáveis pela expansão do mercado em Juiz de Fora, que vem rendendo ao Estado o apelido de Bélgica brasileira. Dos 120 estilos existentes no mundo, 55 já são reproduzidos em Minas. O município possui vocação cervejeira e sediou a primeira cervejaria mineira, criada em 1861 pelo alemão Sebastian Kunz, onde hoje é o Bairro São Pedro. Além disso, a cidade possui excelente culinária, aliando a tradicional comida mineira à gastronomia nacional e internacional.

A “Princesa de Minas” também carrega muita história através da arquitetura das construções, como o prédio do Cine-Theatro Central, localizado no coração da cidade: o calçadão da Rua Halfeld. Com inúmeras galerias interligadas, que fazem parte da trajetória do município, Juiz de Fora possui um vasto comércio, que muitos chamam de um “shopping a céu aberto”. Repleta de cultura e tradição, aqui também nasceu a primeira hidrelétrica de grande porte da América do Sul, a Usina de Marmelos Zero, tornando a cidade conhecida como “Farol de Minas”. Mais tarde, seu forte desenvolvimento no setor industrial fez da “Manchester Mineira” a cidade mais importante do estado.

Os atrativos não param por aí! O município possui vida noturna movimentada, com inúmeros bares, restaurantes e casas de shows, principalmente em torno da região onde acontecerá o XI Faipes (veja aqui alguns bares e restaurantes).

Além disso, temos grande programação cultural, com museus, teatros e áreas ao ar livre, que são valiosos pontos turísticos do município. Entre eles estão o Parque do Museu Mariano Procópio, o Parque da Lajinha e os Mirantes de São Bernardo, da BR-040 e do Morro do Imperador (também conhecido como Morro do Cristo). A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também se destaca na vida juizforana, com campus aberto a comunidade, permite passeios, caminhadas, atividade física, além de visitas espontâneas ao recém-inaugurado maior Planetário de Minas Gerais (confira alguns pontos turísticos do município)

Hoje Juiz de Fora já possui mais de meio milhão de habitantes, é o quarto município mais populoso do Estado e harmoniza as tradições e a simplicidade de uma cidade do interior com a pluralidade de uma vida moderna. A cidade oferece uma excelente estrutura hoteleira (confira), além de infraestrutura de transporte urbano, de táxis e Uber.

Conheça Juiz de Fora!

 

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A identidade visual do XI Faipes

O Encontro Anual de Dirigentes de Fundações de Apoio às Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais – FAIPES, ocorre com o propósito de unir e difundir as informações entre as fundações de apoio de Minas Gerais.

Dessa forma, a Fadepe, através da Designer Laryssa Amorim, desenvolveu um novo conceito de identidade visual para o Encontro, apresentado e aprovado durante a reunião das fundações mineiras, que aconteceu no último Confies.

A nova logomarca do FAIPES transmite a união de todas as fundações, quer seja de grande ou pequeno porte, umas apoiando às outras. Foi desenvolvida tendo como base as montanhas de Minas Gerais e o triângulo que está presente na bandeira de Minas. É geométrico, simples e inovador.

 

Logo desenvolvida para o XI Faipes

Logo desenvolvida para o XI Faipes